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Clínica de Cirurgia plástica | Medibel

Otoplastia/ Orelha em abano

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Otoplastia / Orelha em abano

Os principais incomodados com a orelha em abano costumam ser as crianças e os adolescentes. Muitas vezes, eles sofrem calados sem coragem para expor o problema. No âmbito funcional, o defeito não costuma causar danos, mas, no aspecto psicológico, pode ser devastador. Há casos em que evitam o convívio social na tentativa de fugir dos comentários maldosos.

A cirurgia plástica é capaz de acabar com o complexo de quem tem vergonha de deixar as orelhas à mostra.

A intervenção pode ser feita a partir dos primeiros anos de vida, mas o ideal é que se faça a cirurgia de correção de 5 a 7 anos, período em que a orelha já está totalmente formada e quase igual ao tamanho de um adulto. Em geral a cirurgia é realizada com anestesia local mais sedação, sem nenhuma dor ou incômodo. A cirurgia é simples e a cicatriz fica escondida atrás da orelha.

 

As perguntas mais comuns quanto a esta cirurgia são:

A cicatriz desta cirurgia é pouco visível, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crânio. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar imperceptível, mesmo em algumas técnicas que utilizam pequenas incisões na face anterior. 

Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertófica e quelóide). Este fato deverá ser discutido, durante a consulta inicial, bem como suas características familiares. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos freqüentemente este tipo de cicatriz. 

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando teremos a oportunidade de fazer a avaliação da fase em que se encontra.

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico.

Crianças: geralmente com anestesia geral. Adultos: geralmente anestesia local com ou sem sedação. 

Meio período até um dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do(a) paciente.

Geralmente em torno de 90 a 120 minutos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

Todo ato médico inclui no seu bojo, um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente.

Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, ela é combatida com analgésicos comuns.

Protege-se a orelha (principalmente em crianças), nos primeiros dias, com uma espécie de touca, a fim de evitar traumatismos locais. Em alguns casos, recomenda-se o uso das faixas tipo “ballet” ou “tênis” durante as 1as semanas, ou mesmo curativo do tipo envoltório com faixa de crepe.

Assim que se retira o curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será definitivo.

O resultado é geralmente definitivo, mas como tudo em medicina não se pode dar garantia de resultado.

RECOMENDAÇÕES

A) PRÉ-OPERATÓRIAS:

  • Obedecer às instruções dadas para a internação.
  • Comunicar qualquer anormalidade que eventualmente ocorra, quanto ao seu estado geral.
  • Na eventualidade de se optar pela anestesia geral, vir “em jejum absoluto” de no mínimo 8 horas e não trazer objetos de valor para o hospital.
  • Vir acompanhada para a internação.
  • Evitar uso de brincos anéis, alianças, piercings, esmaltes coloridos nas unhas, etc.

B) PÓS- OPERATÓRIAS:

  • Evitar sol, friagem, vento e traumatismos locais por um período de 14 dias.
  • Comparecer ao consultório para controle pós-operatório, nos dias indicados.
  • Obedecer à prescrição médica.
  • Poderá retornar às atividades escolares, profissionais, etc quatro a cinco dias após a cirurgia.
  • Alimentação livre, a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovos ) e vitaminas (frutas).

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